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SEMINÁRIO
PATROCINADO PELO SHOPPING D, QUE REUNIU EXPERTS, ANALISOU O CDC HOJE E O
SEU FUTURO A PARTIR DA LEI DOS SACs, QUE ENTRA EM VIGOR EM 01 DE
DEZEMBRO
Para os analistas, o CDC ainda não "pegou" por completo, mas melhorará muito com a nova Lei. |
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O Seminário “18 Anos de CDC”, aconteceu em 23 de setembro na Associação Comercial de São Paulo, com a participação dos mais importantes especialistas no assunto, das jornalistas Ângela Crespo (ex JT e coordenadora do Evento), Nadja Sampaio (O Globo) Aiana Freitas (Band News) e Luisa Borges (ex-CBN e autora do livro "Salve seu Bolso") e Antônio Mascarenhas -Superintendente do Shopping D, o único shopping paulista certificado por conta da qualidade no atendimento ao cliente e do respeito ao CDC. A
platéia, composta por advogados, empresários, jornalistas, profissionais
da área de atendimento, ouvidores, estudantes, entre outros, relembrou
fatos históricos antes do lançamento do CDC, a aplicação desse
importante instrumento legislativo nos dias atuais e os desafios de interação
e integração entre empresas e consumidores. Constatações Gerais José Geraldo Brito Filomeno, o primeiro promotor de justiça do consumidor do País (1983-1985), avalia o CDC brasileiro como um dos melhores do mundo. Para ele, a eficácia desse instrumento éo grande desafio a ser vencido paulatinamente. Josué
Rios, advogado de Defesa do Consumidor, afirmou que o Procon não pode ser
apenas um divulgador de posições de campeões de mau atendimento e tem a
obrigação de não deixar, no ano seguinte, que os campeões de reclamações
apareçam novamente no topo da lista.
Para
José Eduardo Tavolieri, da Comissão de Defesa do Consumidor-OAB-SP, “o
papel que o Judiciário desempenha nessa equação, pela morosidade e
burocracia, é o de parceiro dos maus fornecedores e um grande
desestimulador do consumidor rumo ao seu direito como cidadão”.
Angela
Crespo afirmou que em grande parte da mídia o que se vê são denúncias
de vícios em produtos e serviços e de mau atendimento. E perguntou :
continuaremos tendo espaços na grande imprensa para o assunto direitos
dos consumidores ou será na web que esse assunto terá mais
destaque?"
Nadja
Sampaio informou que há alguns anos recebia 70 cartas por mês. Hoje, são
40 por semana. A jornalista observou que “dá trabalho” ser consumidor
e também que os jornalistas precisam levar as pessoas a pensarem sobre
consumo e serem consumidores conscientes. Aiana Freitas informou que a rádio
Band News recebe mais de 300 reclamações via e-mail por semana.
Gizelda
Giampreto, ex-ouvidora do Banco Real, observou que para muitos empresários
a função de ouvidoria é um artigo de luxo.
Falando
dos benefícios da tecnologia, o advogado Vinícius Simony Zwarg lembrou
que antes os consumidores tinham como armas para se defenderem apenas o
judiciário e a propagação boca a boca e que, hoje, as ferramentas são
muitas; desde órgãos como os Procons, Idecs, Proteste, até os jornais,
fotos de celulares, blogs e sites.
Nessa
linha, o diretor do site Reclame Aqui, Maurício Vargas, informou que o
site tem atualmente 82% das reclamações respondidas e 72% resolvidas. O
diretor de Clientes da Claro, Miguel Cui, falou a criação de canais de
atendimento no Orkut, Second Life e My Space. E que a empresa também
realiza o monitoramento de blogs, identificando os que possam conter
reclamações e buscando contatar esses clientes, com soluções para os
questionamentos de forma particular.
Patrícia
Cansi, do Grupo Pão de Açúcar, explicou que apesar dos consumidores da
"Geração Y" não serem ainda a grande representação na força
de compra, eles têm impacto direto, por direcionarem os antigos
consumidores. "Além disso, essa geração já faz parte das equipes
da empresas" - lembrou.
A
superintendente de produtos e serviços da Associação Comercial de São
Paulo, Roseli Garcia, mostrou uma realidade preocupante do crescimento da
inadimplência do Brasil em função da falta de educação para o
consumo. A Nova Lei dos SACs É o Decreto 6.523, de 31 de julho de 2008, que entrará em vigor em 1º de dezembro de 2008. Já batizado de Lei dos SAC´s, o instrumento regulamenta a Lei nº 8.078, de 11 de setembro de 1990. Para muitos dos participantes trata-se de um divisor de águas nas relações de consumo nos setores de telefonia, sistema financeiro, planos de saúde e aviação e que sua aplicação deve ser rapidamente assimilada por outros setores e até exigida pelos consumidores. Para Evandro Juliano, do Procon-SP, com a Lei dos SAC´s, aumentarão as reclamações dos consumidores. “É que haverá mais condutas para serem aplicadas.”- avaliou. Ana Luisa Godinho Ariolli, do Pro Teste ressaltou que o decreto "é uma oportunidade, é um sinalizador de novos tempos". Na visão de Antônio Mascarenhas, do Shopping D, a Lei dos SACs os tornará mais efetivos, beneficiando os consumidores e as próprias empresas : "Um atendimento adequado evitará desgastes de imagem. No Shopping D, temos uma experiência muito positiva: a quase totalidade das dúvidas é derimida no âmbito do nosso SAC e assim temos obtido uma expressiva fidelização de clientes"- informou. Compromisso Com o Consumidor Além de manter um Serviço de Atendimento ao Cliente (SAC) reconhecido no mercado por sua qualidade, o Shopping D tem na atenção com o cliente uma de suas principais marcas. As inúmeras atividades realizadas nessa direção (treinamento de funcionários e lojistas, aprimoramentos no atendimento, disponibilização de facilidades e serviços aos visitantes, etc...) deram ao Shopping D, em julho deste ano, a 1ª Certificação “Instituição Amiga do Cliente” para shopping centers paulistas, concedida por um Comitê de qualidade composto por representantes de organizações como Procon, Associações Comerciais de SP e de RJ, Fecomércio PE, Carrefour, Pão de Açúcar, Dutty Free, etc... (vide mais em www.shoppingd.com.br/imprensa_0807_selo.php ). Pelo Contínuo Aprimoramento do CDC Para Elaine Leonel, Gerente de Marketing do Shopping D, é uma feliz coincidência os 18 anos do CDC serem avaliados 2 meses após a Certificação do empreendimento : “Fazemos questão de prestigiar esse importante evento, porque o CDC – uma conquista do consumidor e dos estabelecimentos sérios – precisa ser diariamente aperfeiçoado quanto à sua aplicação prática e, para isso, temos sempre que rediscutí-lo e analisar seus reais efeitos" - explica. "Espero que toda a sociedade valorize o CDC o tempo todo, para que o varejo nacional se aprimore continuamente e o consumidor tenha nos estabelecimentos um parceiro confiável no seu dia a dia - complementa. Serviços e Facilidades aos Clientes Além de suas 230 lojas, dentre as quais figuram várias das principais marcas do país, o Shopping D tem uma série de serviços, como Bancos, Salões de Beleza, Gráfica Expressa, Sapataria, Costura, Drogaria, Casa Lotérica, Casa de Câmbio, Foto Revelação, Lava rápido, Agência de Turismo, etc... O mix de lojas, a qualidade de atendimento e as comodidades oferecidas trazem ao Shopping D hoje uma média de 1,1 milhão de visitantes ao mês; sendo 80% da classe “A/B”. São compradores de todas as regiões da Capital, de várias áreas da Grande São Paulo e também do interior. Os visitantes do Shopping D contam com o conforto de ambiente refrigerado, estacionamento com 1.800 vagas gratuitas, 02 praças de alimentação, facilidade de movimentação no shopping por meio de 3 elevadores panorâmicos e 18 escadas rolantes; além de demais conveniências como fraldário, empréstimo de carrinhos de bebê, acessos e instalações para portadores de necessidades especiais, dentre outras comodidades.. Serviço
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